Manaus (AM), Sábado, 19 de Abril de 2014. Bem vindo(a)!
 
 
PNCQ - Programa Nacional de Controle de Qualidade
Vieira Cirurgia Plástica
ÍNDICE
Rubéola, anticorpos IgM, IgG
Comentários Doença viral de comportamento benigno, exceto em grávidas quando a infecção aguda pode levar à
síndrome da rubéola congênita. Seguem os achados sorológicos nas situações clínicas possíveis:
 Infecção primária: IgM torna-se positivo 1 a 3 dias após início da doença, sendo detectável por 2 a 12
meses. Reações falso-positivas para IgM podem ocorrer em pacientes com mononucleose infecciosa,
infecções por parvovírus e coxsakievírus B. A IgG torna-se positiva a partir de 3 a 4 dias de doença,
permanecendo indefinidamente. IgG de baixa avidez está presente por até 3 meses, sendo a partir de
então detectado IgG de alta avidez.
 Reinfecção: sorologia positiva anterior à reinfecção. IgG positivo com elevação de 4 vezes ou mais no
título da segunda amostra. IgM pode estar presente. IgG de alta avidez e resposta linfoproliferativa
estão presentes. Não representa risco para gestantes.
 Rubéola congênita: no primeiro mês de vida, cerca de 20% dos infectados têm IgM negativo. IgG
materna pode estar presente por mais de 6 meses. IgG avidez não tem utilidade pois pode permanecer
com baixa avidez por até 3 anos na Rubéola congênita.
 Imunes e vacinados: IgG positivo. IgM negativo após 3 meses da vacinação. IgG de alta avidez
presente. Índice de soroconversão com a vacina é próximo a 95%.
Método Imunoensaio Enzimático IgM e IgG
Valor de referência - IgG
Menor igual a 10UI/mL: negativo
> 10UI/mL e Menor igual a 15UI/mL: indeterminado
> 15UI/mL: reagente

- IgM
índice < 0,80: negativo
índice 0,80 a 1,20: indeterminado
índice > 1,20: reagente
Condição - 0,5mL de soro ou plasma (EDTA) para cada.
- J.O. 8h.
[índice de exames]
 
 
   
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